Os mouros Fatimidas viam o homem como um cálice que nunca transborda e viam Deus como um espelho.
Entendiam que Deus reflecte a imagem de quem o contempla, que é essa a sua relação com o homem.
Quando o homem cresce na sua relação com o mundo; o cálice por nunca transbordar, cresce também...
Um dia pela sua dimensão o homem apercebe-se que Deus é um reflexo de si.
Nesse dia deixará de orar orientado para Meca e virar-se -á para os seus irmãos...
Os mouros Fatimidas, os homens do Andaluz, os nossos antepassados.
Grande lição de vida.
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